Identifique seus fatores de risco pessoais e trabalhe com sua equipe médica para otimizar sua recuperação.
Hiperglicemia prejudica síntese de colágeno, reduz angiogênese, compromete imunidade
Recomendações:
Controle glicêmico rigoroso, suplementação de zinco, dieta anti-inflamatória
Reduz circulação, aumenta inflamação sistêmica, deficiências nutricionais
Recomendações:
Perda de peso gradual pré-operatória, compressão pós-operatória agressiva
Reduz oxigenação em 50%, aumenta inflamação, prejudica defesa pulmonar
Recomendações:
Parar 4-6 semanas antes (mínimo 2 semanas), exercícios respiratórios
Pulmões menos complacentes, defesa reduzida, mobilidade limitada
Recomendações:
Exercícios pré-operatórios, mobilização agressiva pós-operatória
Risco significativamente aumentado de recorrência
Recomendações:
Anticoagulação profilática, mobilização agressiva, compressão contínua
Aumenta estado de hipercoagulabilidade
Recomendações:
Avaliação de risco individual, considerar suspensão pré-operatória
Seu cirurgião usará a Escala de Risco Caprini para avaliar seu risco individual de tromboembolismo venoso.
Baixo Risco
Cirurgias menores, pacientes jovens sem fatores
Risco Moderado
Cirurgias médias, alguns fatores de risco
Risco Alto
Cirurgias prolongadas, múltiplos fatores
Muito Alto
Histórico VTE, trombofilia, câncer
Comunique todos os seus fatores de risco ao cirurgião. Não tenha medo de mencionar histórico de trombose, problemas cardíacos, diabetes, ou qualquer outra condição.
Siga as recomendações de preparo específicas para seus fatores de risco. Isso pode incluir controle glicêmico, cessação do tabagismo, suplementação, ou avaliação especializada.
Dependendo de seu risco, você pode receber medicações anticoagulantes, compressão pneumática, meias elásticas, ou outras medidas preventivas.
Se você tem fatores de risco, seu acompanhamento será mais frequente. Procure atendimento imediatamente se notar sinais de complicação.
Nem todos com os mesmos fatores de risco terão complicações. Conversamente, complicações podem ocorrer mesmo em pacientes de baixo risco. A individualização é chave.
Pacientes que otimizam seus fatores de risco antes da cirurgia têm menor incidência de complicações, cicatrização mais rápida e resultados estéticos melhores.
Mantenha comunicação aberta com sua equipe médica. Se você notar qualquer sinal anormal ou tem preocupações, não hesite em entrar em contato.
Se você notar sinais de infecção grave, dispneia súbita, inchaço unilateral de perna, ou qualquer outro sinal alarmante, procure emergência imediatamente.